E, para o completo entendimento do "pensamento Cristiano Rónaldo", convém reparar na filiação Rimbaldiana e não esquecer a profunda matriz "gebo, javardolas, neanderthal da bola"
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07 October 2026
11 October 2022
Para acrescentar ao código restrito vocabular dos "neanderthal" redactores de material noticioso (e outros insignes vultos da pátria) já inventariado nesta, nesta e nesta listas, eis os novos bordões em repetitivo uso agoniante: "mitigar" e "colmatar"
Edit (12/10/2022) - ... não esquecendo o pitoresco "aquilo que é.../aquilo que são..."
27 August 2020
12 October 2018
Estou mesmo a ver o gajo que escreveu isto: com uma cabecinha igual à do gebo, javardolas e neanderthal da bola mas em balofo, careca, suado e de cigarro na orelha, enquanto afaga distraidamente os pendentes:
11 October 2018
04 October 2018
Claro que, para as "feministas" de pacotilha, o gebo, javardolas, neanderthal da bola merece sempre um enorme benefício da dúvida tribal
Edit 1: em consonância, aliás, com o soba da gebalhada lusa da bola; Edit 2: e também em consonância com o tratador-chefe; Edit 3: "Como se Ronaldo fosse imune a uma cultura de poder e impunidade — ele que os simboliza e hiperboliza no tremendo capital financeiro, mediático e social de que dispõe"
02 October 2018
Um gebo é um gebo, é um gebo. Um javardolas é um javardolas, é um javardolas. Um neanderthal da bola é um neanderthal da bola, é um neanderthal da bola. Um gebo, um javardolas e um neanderthal da bola que "dura 5 ou 7 minutos" é uma miserável anedota
15 August 2018
NOTAS E MENSAGENS
“Toda a música de que gostamos vive em permanente equilíbrio entre o sério e o absurdo, o experimental e o acessível, o humor e a pompa ostensiva. Não me parece que fôssemos capazes de criar um álbum óbvio e linear mesmo que desejássemos fazê-lo. Jogar com a ambiguidade e obscurecer as fronteiras é aquilo que nos dá maior prazer”, diz Alice Merida Richards, metade dos Virginia Wing. Convém saber que “a música de que gostamos” é algo que, mais ou menos confessadamente, se situa entre os Broadcast, Stereolab, Pram, Laurie Anderson, Robert Ashley, Holger Czukay, Talking Heads e as “possible musics” do imaginário Fourth World de Jon Hassell. Será útil ter também presente que, após algumas experiências desconfortáveis através das quais Alice se apercebeu de quão constrangedora pode ser a posição de única mulher em palco perante um público neanderthal, os Virginia Wing passaram a actuar sobre uma projecção em letras cor-de-rosa da palavra de ordem “End rape culture!”. Não deverá ser, então, demasiado arriscado imaginar que, dissimulado como refrão da "chinoiserie" repetitivamente "naïve", "Relativity", “I want to know every thought, every cause and emotion, I want to know where it ends and begins” é capaz de conter todo o programa de Ecstatic Arrow, quarto álbum de Alice e Sam Pillay.
Não que, na realidade, deva falar-se de “programa”: nada é explícito nem panfletário, antes uma colecção quase avulsa de notas e mensagens disponível para se deixar decifrar. O código? É, talvez, possível encontrá-lo em "The Second Shift”: “I know the key, it’s written in my body, don’t ask me for advice, I’ll give it to you every time, open up and let the forest fire destroy everything in sight”. Mas isso terá de achar uma forma de fazer sentido com “Call and repeat, do you find it absurd? To expect a response when it's your turn to talk”, de "Glorious Idea", cantilena de roda infantil para voz robótica sobre lego sonoro electrónico. Ou com o modo como, em "Eight Hours Don’t Make a Day" (“I made plans for the weekend, I made plans for the future “) e "A Sister" (“Each way we can speak of pain, we make it less, at least more contained”), o espectro de Nico se apossa da voz de Merida Richards e, aqui e ali, o sax tenor de Christopher Duffin, desarruma a mais que perfeita geometria sonora electro-acústica desta peculiar "muzak" subaquática que nos segreda “Un-cancel the future and welcome July (…) say your blessings now and be glad you have arrived”.
16 June 2017
O bípede poderá ser o elo perdido entre o Neanderthal e o sapiens, mas, de facto, se os inúmeros habitantes da latrina podem, porque não haveria ele de poder também?
19 August 2016
"É raro um historiador poder encontrar uma relíquia como esta, este vestígio intacto do pensamento de outras eras, esta espécie de menino do Lapedo do intelecto. Só lamento mesmo, por pura picuinhice histórica, que o nosso cronista tenha o nome do imperador errado. César das Neves não está bem. Teodósio das Neves é que deveria ser" (RT)
09 November 2012
Aproveitando para promover o livrito e recorrendo à sua "experiência jacobina" ("garanto-vos que sei do que falo, porque já pensei assim"), JMF vê a luz e jura que "o que realmente pensam muitas dessas almas, mas nunca confessam, é que a caridade – ou o Banco Alimentar contra a Fome – contribuiu para aliviar o sofrimento dos pobres e isso torna menos provável a sua revolta, ou seja, torna mais longínqua a revolução libertadora com que sonham".
Quais as "almas" e o número exacto delas (ele garante que são "muitas"), desconhece-se. Mas já é bastante fácil saber-se que o que diz, realmente, la Jonet é que "vamos ter de empobrecer muito" porque "vivíamos muito acima das nossas possibilidades".
Ignorando, por agora, a absoluta urgência de esquartejar a próxima aventesma que conjugar a forma verbal "viver acima das possibilidades" na primeira pessoa do plural, é útil reparar que do que se trata é de "toda uma concepção de vida" que assenta em escolhas simples:
- lavar os dentes com um copo de água ou com a torneira a correr;
- ir ao concerto de rock ou tirar uma radiografia (mas, atenção!... uma radiografia "quando caímos numa aula de ginástica"), a menos que os pais passem a comer Nestum para os petizes irem ao rock;
- não comer bifes todos os dias ("não podemos!").
Anexo: deus é grande, cá "ainda não temos miséria como na Grécia" e, vendo bem, em comparação com a Somália, parecemos Rockfellers.
Verdadeiramente importante é "voltar aquilo que é o mais básico" (os Neanderthal até tinham uma vidinha catita, em comunhão com a natureza, e tal). Até porque a "necessidade de consumo que conduz à satisfação das pessoas não é real".
JMF, já não pensarás como pensavas (ainda bem) mas continuas a não entender que a razão por que uma tão doce cristã perturba algumas mentes a quem nem sequer ocorre sonhar com "revoluções", é apenas a puríssima obscenidade de supor que "empobrecer" é aquilo. Mesmo dando de barato que "bom cristão" não é um oxímoro, um "bom cristão" ajuda quem necessita de ajuda e... CALA-SE! Sobretudo, se, quando abre a boca, não consegue fazer melhor do que uma imitação de Lili Caneças com crucifixo ao fundo.
* título tomado de empréstimo daqui
* título tomado de empréstimo daqui
02 February 2012
LIP SERVICE (PARTE II), AGORA EM MODO "TENHO UMA MEMÓRIA MUITO SELECTIVA" (OU "MARCADO PELA SORTE INGRATA, VIVEREI")

Últimos homens de Neanderthal podem ter vivido em Portugal
(2012)
07 May 2010
EXPERIMENTEM DIZER ISTO AO RR E DEPOIS
ADMIREM-SE SE ELE REAGIR A QUENTE E,
IRREFLECTIDAMENTE, EXERCER ACÇÃO DIRECTA
(é que há gente que para provar uma teoria é capaz de tudo)

Neanderthal reagindo a quente e irreflectidamente
Há um bocadinho de Neanderthal dentro de nós
(2010)
ADMIREM-SE SE ELE REAGIR A QUENTE E,
IRREFLECTIDAMENTE, EXERCER ACÇÃO DIRECTA
(é que há gente que para provar uma teoria é capaz de tudo)

Neanderthal reagindo a quente e irreflectidamente
Há um bocadinho de Neanderthal dentro de nós
(2010)
22 November 2009
ABAIXO O RESGATE!!!
16 corpos de vítimas do acidente com o voo 447 foram recuperados
O código restrito vocabular dos "neanderthal" redactores de material noticioso atingiu, nos últimos anos, o nadir absoluto e o seu símbolo maior é "o resgate": não há homem, nem mulher, nem gato, nem cão, que, preso num desabamento, num navio à deriva, num incêndio, num acidente, num atentado, num elevador ou num poço, não tenha de ser... "resgatado". Suplica-se-lhes que se apercebam que, em rigor, "resgatar" alguém, implicitamente, pressupõe um "rapto" ao qual se poderá pôr termo através do pagamento de um "resgate". E que, mesmo alargando o campo semântico, e aceitando (generosamente) que "resgatar" possa ser utilizado neste contexto, há sinónimos suficientes para não nos massacrarem, implacavelmente, os tímpanos com o "r word": salvar, libertar, desencarcerar, soltar, desembaraçar, recuperar, livrar. Eternamente grato. edit: já agora, as "evidências" preferem ser tratadas como "provas". (2009)
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