A mensagem de Ano Novo do CEO da Vaticano S.A. (em particular, o capítulo "Construir o bem da paz através de um novo modelo de desenvolvimento e de economia") tal como, em Junho de 2011 (numa carta dirigida a Ratzinger), por palavras muito mais claras, a traduziu Ettore Gotti Tedeschi, Presidente, até Junho de 2012- quando a sua casa em Piacenza foi alvo de rusga policial por suspeitas de branqueamento de capitais -, do Instituto para as Obras de Religião, aliás, o Banco do Vaticano:
"Por causa do processo de globalização e crise económica, o mundo que deve ser ainda cristianizado é o que se está a tornar 'rico' e o já cristianizado, que era rico, se está a tornar pobre. Isto traz consequências também para os recursos económicos da Igreja. Consequência conclusiva é que os recursos que tradicionalmente contribuíram para as necessidades da Igreja (doações, receitas...) poderão diminuir, enquanto deveriam crescer as necessidades essenciais para a evangelização. Para mais, o 'laicismo' poderia ser aproveitado para criar uma segunda 'questão romana' de agressão aos bens da Igreja (através de impostos, cessações de privilégios, fiscalizações exasperantes, etc.)". (Sua Santidade - As Cartas Secretas de Bento XVI, Gianluigi Nuzzi)
15 September 2010
NÃO HÁ DINHEIRO PARA A CARIDADEZINHA, É? NÃO O TIVESSEM GASTO COM O "PAPA IN RIO"
Leiturinha bem a propósito: Vaticano S.A. de Gianluigi Nuzzi
(2010)
01 May 2010
VATICANO S.A. - O LIVRO
"Monsenhor Renato Dardozzi foi, desde 1974 até finais do século XX, conselheiro das figuras mais importantes na gestão do banco central da Igreja, o IOR. No final da sua vida, Dardozzi determinou que o arquivo que ele próprio elaborou, com todos os processos que acompanhou, se tornasse público. Vaticano S.A. contém o essencial das informações recolhidas por este prelado, sendo um documento de grande interesse histórico que expõe a frenética actividade da Igreja, durante duas décadas, visando, sob a capa de obras de caridade, secretíssimas manipulações políticas, subornos, pagamentos a políticos corruptos e elementos da Máfia, e até mesmo um elaborado sistema de lavagem de dinheiros: um paraíso fiscal inexpugnável em plena cidade de Roma" (ed. Presença)