30 March 2026

É que não se perdia mesmo nada
 

Beth Gibbons - "Sunday Morning"

(sequência daqui) Muito mais pragmaticamente, a "War Child" é uma instituição de solidariedade que trabalha para "proteger, educar e defender os direitos das crianças que vivem em zonas de conflito". Para esse fim, nas últimas três décadas, lançou álbuns de compilações, o mais notável dos quais foi The Help Album (1995), produzido por Brian Eno. Agora, sob a orientação de James Ford, HELP(2) reune mais de três dezenas de músicos e bandas dos quais apetece particularmente referir um valiosíssimo terço: Anna Calvi, Arooj Aftab e Beck (juntos), Beth Gibbons (numa versão de "Sunday Morning", dos Velvet Underground), Big Thief, Damon Albarn (com Grian Chatten, dos Fontaines D.C. e Kae Tempest), Depeche Mode ("Universal Soldier", de Buffy Sainte Marie), Foals, Fontaines D.C (interpretando Sinéad O'Connor., Graham Coxon, Pulp, Wet Leg e Young Fathers.

29 March 2026

Anna Calvi and Amanda Palmer - "Blackstar"

Anna Calvi and Amanda Palmer perform David Bowie's "Blackstar", live at the Royal Albert Hall as part of a David Bowie BBC Proms special
Bom cartoon (com bela polémica incluída nos comentários)

28 March 2026

 Caso não se tenham apercebido, trata-se de Yulia Svyrydenko, primeira-ministra da Ucrânia (e, de certo modo que não o onomástico, mui legítima sucessora de Yulia Tymoshenko) (III)





 
Mais uma possibilidade de "oferenda pascal"
 
(entretanto, seria interessante conhecer a fórmula utilizada pela Vaticano S.A. para a conversão do sofrimento em euros)

26 March 2026

Caso não se tenham apercebido, trata-se de Yulia Svyrydenko, primeira-ministra da Ucrânia (e, de certo modo que não o onomástico, mui legítima sucessora de Yulia Tymoshenko) (II)






 
Elvis Costello c/ Chet Baker - "Shipbuilding" (ver também aqui)
 
(sequência daqui) Antes disso (e concentrando-nos apenas na música), já inúmeras gentes haviam cultivado essa conjugação de esforços, de Woody Guthrie a Pete Seeger, Joan Baez, Bob Dylan ou Phil Ochs e inúmeros outros, até ao mui explícito Elvis Costello que, em 1989, “when England was the whore of the world and Margaret was her madam", lhe dedicaria "Tramp The Dirt Down"   (“There's one thing I know, I'd like to live long enough to savour, that's when they finally put you in the ground, I'll stand on your grave and tramp the dirt down”). Mais tarde, reflectindo sobre o assunto, justificar-se-ia: “A codificação das canções políticas que as tornou previsíveis obriga-nos a ser um pouco mais subtis. Podemos supor que uma canção contém algum potencial de mobilização mas isso pouco significa se estivermos a cantar para um grupo de pessoas que já comunga dos nossos pontos de vista. É a forma como o fazemos que importa". (segue para aqui)