17 March 2026

Meanwhile at Sunset Boulevard, Los Angeles, California...
 
 
And the Academy Award goes to… Donald Trump for acting like he wouldn’t start costly foreign wars that kill innocent people (daqui via MdO)

16 March 2026

Philip Pickett (with Richard Thompson) - "Short Mesure off My Lady Wynkfylds Rownde"

Do álbum The Bones Of All Men (na íntegra aqui)
EDUCATIVAS EPIFANIAS


Os goblins são diminutos seres grotescos de bastante mau feitio, habitantes de zonas subterrâneas que terão emergido na cultura popular europeia durante a Idade Média, deixando-se avistar ainda hoje em filmes como Labirinto (1986), Spider Man (2002) ou nos diversos episódios das sagas de Harry Potter e O Senhor Dos Anéis. Deles, a britânica Goblin Band herdou uma certa tendência para o culto da marginalidade deliberada optando por apresentar-se exclusivamente em espaços favoráveis à sua dupla qualidade de jovens músicos folk e cidadãos queer. Alice Beadle (violino e flauta de bisel), Gwena Harman (órgão de fole e bateria), Sonny Brazil (acordeão e concertina) e Rowan Gatherer (sanfona, e flauta de bisel), descobriram-se num percurso que, da música antiga e medieval, passando por John Playford e o Compleat Dancing Master, os conduziria a uma série de educativas epifanias tais que Martin Simpson, a Albion Band, os Watersons ou Martin Carthy (que, fã instantâneo, deles diria “Eles sabem tocar, sabem cantar e são destemidos. Atiram-se a versões que nós éramos demasiado pedantes para tocar e transformam-nas em furiosas desbundas"). (daqui; segue)
 
Goblin Band perform 15th century folk song 'The Bitter Withy'

12 March 2026

 
(sequência daqui) A voz permanece firme, quase coloquial, mesmo quando o assunto se torna desconfortável. Ele sempre teve um talento para o eufemismo, mas aqui parece ter-se aperfeiçoado ao máximo. A conversa flui. Nada explode. Agilmente acompanhado pelo núcleo da banda que o seguiu durante a última digressão - o guitarrista Matt Kinsey, o saxofonista Dustin Laurenzi e o baterista Jim White -, Bill Callahan sabe que apenas lhe resta manter-se muito atento: "O desconhecido é o que me mantém motivado para continuar a fazer música. É tudo uma questão de me ouvir a mim mesmo e aos outros. Muitas das melhores partes de uma gravação são os erros – transformá-los em pontos fortes, usá-los como trampolins para algo humano. Já ouvi as melodias mais celestiais e tento guardá-las no subconsciente. Mas elas nunca estão lá quando acordo. Já ouvi frases incríveis que desaparecem, como tinta invisível. Antes de dormir, peço aos sonhos que me mostrem algo. Às vezes funciona. Os sonhos e a música são muito próximos, são coisas intangíveis que nos atingem com muita força. É inacreditável que sonhemos e prestemos tão pouca atenção a isso".

Recordando tudo o que, desde 2011, para aqui há sobre fundações, observatórios e afins (Crónica dos Anos da Peste I, II, III, IV) , de uma passagem muito por alto pelos ecrãs de televisão, descobre-se que, por esse doce paraíso, hoje vicejam "n" espécimes de categorias várias: 

Analista de segurança e defesa 

Analista de mercados 

Especialista em geopolítica 

Especialista do 0bservatório de defesa

Especialista do observatório do risco geopolítico 

Especialista do observatório do mundo islâmico

Especialista em economia internacional 

Especialista em relações internacionais 

Especialista em direito da energia 

Especialista militar 

Especialista em assuntos europeus 

Especialista em política americana

Consultor de comunicação  

(segue)

11 March 2026


(ver aqui também)
STREET ART, GRAFFITI & ETC (CCCXLV)
 
Lisboa, Portugal, 2026