20 May 2026

"No dia do nascimento de Maomé, em Meca, um raio de luz emanou do ventre da sua mãe e iluminou tudo até Damasco. Teria nascido limpo, circuncidado, com um contorno de khôl nos olhos. Teria também uma potência equivalente à de 30 homens, uma vez que, numa hora, tinha relações com as suas 11 mulheres, umas a seguir às outras" (Zineb El Rhazoui - Destruir o Fascismo Islâmico)
 

Há muitas formas de ser herdeiro 
e continuador do escarro nazi

19 May 2026

(sequência daqui) Em pouco tempo de instantânea actividade dos Lovin' Spoonful, haviam colonizado as tabelas de vendas norte-americanas e dado resposta convincente à British Invasion. Mas, bem mais importante do que isso, nos 4 anos de existência da banda (1965-1969), num percurso com raízes no revivalismo folk de Greenwich Village, vitaminado pelo rock, os blues, e o espírito das jug bands, The Lovin’ Spoonful ocupariam um espaço de experimentalismo que, à época, à excepção dos Beatles, mais ninguém ousara reivindicar. "Do You Believe In Magic", "You Didn’t Have To Be So Nice", "Daydream", "Did You Ever Have To Make Up Your Mind?" ou "Summer In The City" são os títulos que mais depressa ocorrem. A missão da caixa de 7 CD What A Day For A Daydream - The Complete Recordings 1965-1969 é, porém, demonstrar, de uma vez por todas, por que motivo os Spoonful eram a banda à qual Neil Young sonhava pertencer, a quem Woody Allen encomendou a banda sonora da sua estreia What's Up, Tiger Lily? (1966) e que Robert Forster (Go-Betweens) considerou um dos 4 pilares sobre os quais assenta o seu álbum de 2025, Strawberries.