EM MEMÒRIA DO VELHO BROWN
Segundo conta Anna Korbel (bandolim, trompete e voz), foi tudo muito instintivo: "Perguntei simplesmente à minha irmã, Jess (que toca violino e eufónio), se não lhe apetecia formar uma banda folk e ela disse que sim. Isso foi em 2023". Sem grandes delongas, no domingo a seguir, juntaram-se-lhes Seth Lockwood (banjo tenor) e Archie Barker (bandolim). Voltaram a encontrar-se uma semana depois e, novamente, no domingo seguinte. A cada encontro, o número de participantes aumentava. "A certa altura, éramos 25", conta Korbel à "Songlines", rindo, incrédula. Na verdade, fixaram-se nos 11 actuais, tendo ido rebuscar o nome da banda ao tetra-avô de Lockwood, Brown Wimpenny: nascido em meados do século XIX, cresceu numa quinta no West Yorkshire e emigrou para os EUA, onde trabalharia como motorista em Brooklyn. Chris Bright (violino) acrescenta: "Manchester tem uma forte cultura folk, há uma grande diáspora irlandesa e muitas sessões nos pubs, uma das melhorees era no Peveril of the Peak. Estávamos sempre lá caídos". (daqui; segue)
"O’Keeffe’s" / "Farewell to Whalley Range"











