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28 January 2022

Vá lá que o Mao, o Enver Hoxha, o Estaline, a Krupskaya, o Pol Pot, o Fidel, o Beria, o Ho Chi Minh, o Kim Il-Sung, o Guevara, e a Rosa Luxemburgo se safaram da devastadora fúria do bardo... 
 

20 January 2011

FOI MUITO BONITA E COMOVENTE, HOJE,
A DESCIDA DO CHIADO DE MANUEL ALEGRE












... em especial, o momento arrebatador em que Francisco Louçã abraçou efusivamente aquele senhor que disse "o povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre". Não há coração que aguente tanta emoção.

(2011)

05 January 2011

... ENTRETANTO, NO CIRCO DA CONCORRÊNCIA...














Fiscal das contas públicas certificou irregularidades no BPP: "O presidente do grupo de trabalho para criar a comissão encarregue de fiscalizar as contas públicas, António Pinto Barbosa, certificou durante cerca de dez anos as contas do Banco Privado Português, que foi intervencionado no final de 2008 pelo Banco de Portugal, para evitar a sua insolvência imediata".

Edit: ... e recordando também isto, já agora...

(2011)

23 December 2010

PROVA DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO














"A crise era séria, profunda, duradoura. Herodes, fascinado pelas obras públicas, oprimia o país com impostos. Depois do embelezamento grandioso do Templo, vieram as fortalezas, Masada e Herodium, e as novas cidades Cesareia Maritima e Mamre. A dívida externa crescia e o Império Romano ameaçava com austeridade ou intervenção directa de um Procurador. O povo, sucessivamente enganado por gerações de dirigentes, já não acreditava em nada. Israel sentia-se confuso e desorientado.

Pior, estava desanimado, deprimido, não via saída.Foi então que
'o povo que andava nas trevas viu uma grande luz; habitavam numa terra de sombras, mas uma luz brilhou sobre eles' (Is 9, 1). A solução veio do Alto, inesperada, explosiva, desconcertante, ultrapassando infinitamente o problema do momento. Não surgiu na capital, no palácio, na monarquia, mas num cantinho obscuro, um estábulo com uma manjedoura a servir de berço. Foi anunciada nos céus mas só os que estavam calados puderam ouvir". (texto de João César das Neves - conclui aqui)

Após a leitura do texto, responda às seguintes perguntas, assinalando a resposta correcta com um "x":

1) Herodes era:

a) um pré-marxista

b) um pré-keynesiano

c) um pré-Natal


2) "Masada" deve ser interpretada como:

a) uma genuína atitude autocrítica do autor do texto

b) um prato típico de peixe

c) um erro de ortografia


3) A "grande luz" referida no texto refere-se, alegoricamente:

a) ao CEO da EDP

b) à popular "luz ao fundo do túnel" que, como se sabe, é um comboio que se desloca em sentido contrário

c) ao estádio de um conhecido clube de futebol



















4) O "estábulo com uma manjedoura" alude:

a) ao BPN

b) ao Grande Oriente Lusitano

c) a uma casa de pasto bem classificada por José Quitério


5) A "solução que veio do Alto, inesperada, explosiva, desconcertante" era:

a) o atentado de 11 de Setembro de 2001

b) o problema digestivo do casal Silva com o picante

c) um acidente numa fábrica de pirotecnia de Arganil


6) Como interpretar correctamente a frase "só os que estavam calados puderam ouvir"?

a) trata-se de um problema otorrinolaringológico

b) John Cage não inventou nada com os 4'33"

c) Calados???!!!... Espera aí que já vou chamar o Manuel Alegre...


7) O autor do texto poderia ser caracterizado como:

a) um caso clínico

b) um "stand-up comedian"

c) óbalhamedeus!

(2010)

14 October 2010

O AVÔ CANTIGAS NÃO GOSTAVA DE METÁFORAS;
O BARDO DA PÁTRIA NÃO VIVE SEM METÁFORAS;
AVOLUMA-SE, PORÉM, A SUSPEITA DE QUE NEM
UM NEM OUTRO SABE O QUE É UMA METÁFORA



















Em que sítio no mundo isto é uma metáfora?

(2010)

29 September 2010

08 September 2010

COMO SE ESPERARIA DE UM CANDIDATO PRESIDENCIAL
DE ESQUERDA, COM HERÓICO PASSADO ANFIFASCISTA,
VATE INSUBMISSO DA GLORIOSA PÁTRIA BEM AMADA,
PERANTE AS NÚVENS NEGRAS QUE SE ACASTELAM NO
HORIZONTE, NINGUÉM JAMAIS LHE CALARÁ A BOCA!!!




Manuel Alegre diz que não está a "gostar nada" do que se passa com a selecção

Toma e vai buscar, Cavaco!...

(2010)

25 January 2010

AINDA O ENORME EXEMPLO DE "ÉTICA REPUBLICANA"
QUE NOS DEU O LITERATO URANISTA TEIXEIRA GOMES




Chamemos-lhe "literatura comparada". Por aqui, ficámos a conhecer as peculiares preferências do bravo portimonense (que, declarando "a política longe de me oferecer encantos ou compensações converteu-se para mim, talvez por exagerada sensibilidade minha, num sacrifício inglório", dois anos após ter sido eleito Presidente da República, por "necessidade porventura fisiológica", decidiu que não tinha vida para aquilo e regressou "às minhas preferências, às minhas cadeiras e aos meus livros") inspirador da candidatura de Manuel Alegre.

A versão do site da Presidência da República, porém, oferece suaves cambiantes saborosamente alternativos:

"Às obras já referidas há que acrescentar as escritas no seu retiro argelino, Cartas a Columbano, de 1932, Novelas Eróticas e Regressos, em 1935, Miscelânea, em 1937, e, por último Mana Adelaide e Carnaval Literário, em 1938. Elas espelham bem a ânsia de justiça e o desejo de espalhar benefícios do autor, e noutra vertente, o seu gosto pela sensualidade e o reconhecimento do direito à vida plena de cada ser humano, denunciando enfim, o grande conteúdo humanista e estético que o caracterizava". (aqui)

(2010)

24 January 2010

PARECE QUE NINGUÉM (OU QUASE) REPAROU...



"Esta é a cidade de um grande escritor português, Manuel Teixeira Gomes. Um poeta da palavra, um artista que foi Presidente da República e que, sendo Presidente, nunca deixou de ser artista. E acima de tudo um cidadão que nos deixou uma lição de ética e de sentido estético da vida" (Manuel Alegre, no lançamento da candidatura presidencial, em Portimão - aqui)

Liberdades poéticas, lírica trágico-marítima & coiso, de onde vêm, já se sabe como é. Agora... "lição de ética" - pelo menos, segundo os parâmetros actuais -, hmmm... parece que não.

(2010)