QUE NOS DEU O LITERATO URANISTA TEIXEIRA GOMES
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Chamemos-lhe "literatura comparada". Por aqui, ficámos a conhecer as peculiares preferências do bravo portimonense (que, declarando "a política longe de me oferecer encantos ou compensações converteu-se para mim, talvez por exagerada sensibilidade minha, num sacrifício inglório", dois anos após ter sido eleito Presidente da República, por "necessidade porventura fisiológica", decidiu que não tinha vida para aquilo e regressou "às minhas preferências, às minhas cadeiras e aos meus livros") inspirador da candidatura de Manuel Alegre.
A versão do site da Presidência da República, porém, oferece suaves cambiantes saborosamente alternativos:
"Às obras já referidas há que acrescentar as escritas no seu retiro argelino, Cartas a Columbano, de 1932, Novelas Eróticas e Regressos, em 1935, Miscelânea, em 1937, e, por último Mana Adelaide e Carnaval Literário, em 1938. Elas espelham bem a ânsia de justiça e o desejo de espalhar benefícios do autor, e noutra vertente, o seu gosto pela sensualidade e o reconhecimento do direito à vida plena de cada ser humano, denunciando enfim, o grande conteúdo humanista e estético que o caracterizava". (aqui)
(2010)
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