30 January 2015

(blasfemando um bocadinho com a concorrência - daqui)
O fedelho, não sei, 
 
The Tweet Of God (VII)


Love letters to Richard Dawkins

"Uma pessoa pasma como indivíduos com tão pouca educação e tão pouca inteligência se atrevem a 'avaliar' alguém" (VPV - ver também aqui e aqui)
QUALQUER COISINHA DE PORTUGUÊS (XXXIV)/LES PORTUGAIS SONT TOUJOURS GAIS (LVII)

... e, depois dos dinossauros... a cobra portuguesa com 155 milhões de anos!!!...
The Pop Group - "Mad Truth"

real. Asia Argento

29 January 2015


Edit: ... naturalmente...
Já que se fala no assunto, vender a base das Lajes ao Estado Islâmico era capaz de ser uma ideia... não muito pior do que vender a EDP à China
Mais outra peça para o puzzle

("i")

("CM")
O jovem Fidel não era assim tão exigente...
"Muitos políticos seres com dois dedos de testa não gostam que se fale tu fales de corrupção seja do que for na televisão"
Primeiras linhas (III)

"Jadis, si je me souviens bien, ma vie était un festin où s'ouvraient tous les coeurs, où tous les vins coulaient. Un soir, j'ai assis la Beauté sur mes genoux. Et je l'ai trouvée amère. Et je l'ai injuriée"

O Islão bom  (VIII)


Don't cry for Layla,
don't rave about Hind!
But drink among roses a rose-red wine,
a draught that descends in the drinker's throat,
bestowing its redness on eyes and cheeks.
The wine is a ruby, the glass is a pearl,
served by the hand of a slim-fingered girl,
who serves you the wine from her hand,
and wine from her mouth — doubly drunk, for sure, will you be.
Thus I am drunk twice, my friends only once:
a favor special, for me alone!
Mas qual a dúvida?... Claro que todas as provas que possam incriminar o 44 têm de ser proibidas!

28 January 2015

SALAAM



Qual dos dois é o mais violento, o Corão ou a Bíblia? Existem, felizmente, sites beneméritos que fizeram esse estudo comparativo por nós. Por exemplo, The Skeptic’s Annotated Bible, através do qual se verificará que, se, na Bíblia, podemos ler 1318 passagens de carácter “cruel” ou “violento” (maldições como “E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos”), no livro segredado ao ouvido de Maomé pelo mesmo super-herói voador – Gabriel – que, há 2015 anos, deu a uma moça judia a notícia de que ela iria ser o mais célebre caso de partenogénese de sempre, existem 532. Tomando, porém, em consideração a muito maior extensão da Bíblia, deverá concluir-se que, nesta, a percentagem de leitura não recomendada a crianças e espíritos sensíveis é de 3.89% enquanto, no Corão, chega aos 8.45%. O que não deixa de ser inquietante quando nos damos conta que mais de metade da população do planeta acredita num ou no outro. Acatemos, contudo, uma tendência recente de matriz financeira (duplamente inspirada na ingenuidade dos primeiros "westerns" e no pensamento do persa Mani) e separemos os bons dos maus.



Mas, porque é a má reputação dos 8.45% – os que, entre outras enormidades, proclamam “Firmeza, pois! Logo infundirei o terror nos corações dos infiéis; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" – que, ultimamente, mais tem ocupado os espíritos, vale, no entanto, a pena recordar que é a esse quadrante cultural que, sintetizando barbaramente, devemos a poesia de Rûmi (Leonard Cohen: "o maior poeta da divina embriaguez pelo amor"), Omar Khayyám, Abu Nuwas, e Ibn 'Arabi, polímatos geniais como Ibn-Sīnā/Avicena, gigantes musicais como Oum Kalthoum, Mohamed Abdel Wahab, Farid al-Atrash, Sayed Darwish, Hassan Hakmoun ou Nusrat Fateh Ali Khan, lendas como os Master Musicians of Jakouka, a música dos Gnawa, ou a infinidade de géneros (dawr, qawali. malouf, taqsim, mawwal, qadd, muwashah...) através dos quais se exprimem. E, sim, as inúmeras e belíssimas representações do profeta (que só por volta do século XVII começaram a ser desencorajadas e não em todo o mundo islâmico) que é possível ver no riquíssimo Mohammed Image Archive. As-Salaam-Alaikum! 
Mas ninguém lhes explica como deverão argumentar?
A PACC, tal como existe, é um absurdo; são, de facto, inadmissíveis, os erros de licenciados em ESEs; a solução era barata e simples;  vou passar a tomar nota, um por um, dos inúmeros pontapés no português que Nuno Crato, liberal e regularmente, nos oferece.
Olha aqui, aqui e aqui... ... ...