"Mesmo que num lugar simbólico, o ex-homem forte do aparelho do PSD
[Miguel Relvas] sabe que só tem a ganhar em estar presente e alguns dos seus mais próximos confidentes dizem que
'o Miguel desde que saiu queria retornar ao partido'. Mesmo
para a sua vida empresarial, o facto de ser o primeiro nome escolhido por Passos conta. Institucionaliza a sua proximidade ao primeiro-ministro, confirma que se mantém na alta roda do poder nacional e esbate a ideia de que saiu do circuito.
'Isto conta muito para os negócios. Ser próximo do primeiro-ministro de um país e estar sentado num orgão do partido que governa conta muito', explica
um governante amigo de Miguel Relvas"
("Expresso" de 1.03.2014)