MÚSICA 2025 - INTERNACIONAL (IV)
(iniciando-se, de baixo para cima *, de um total de 20)
Crayola Lectern - Disasternoon
The Delines - Mr. Luck & Ms. Doom
The Weather Station - Humanhood
Poor Creature - All Smiles Tonight
* a ordem é razoavelmente arbitrária





7 comments:
Pois, este ano ao contrário de si gostei muito da música feita por portugueses. O álbun que mais gostei de ouvir este ano é "Ferry gold" de A Garota Não. Depois há o fado mais "tresmalhado": os dois álbuns de Lina, e o de Cristina Branco, mais o de Gisela João.
De resto gostei muito dos álbuns de David Byrne, dos The Delines e o dos The Divine Comedy, de Suzanne Vega e do de Valerie June.
"Faltam-lhe" da minha lista (em "oceuoinfernoeodesejo.blogspot.com"), além dos portugueses, o álbum das Varo; de Van Morrison, de Eve Adams e dos Geckos (o novo projecto de Howe Gelb).
Um bom ano,
Fernando Oliveira
David Byrne o melhor do ano, para mim!
De resto, sempre grandes escolhas, JL.
Acrescentar-lhes-ia apenas mais um ou outro disco:
- Marc Ribot - Map of a Blue City
- Micah P. Hinson - The Tomorrow Man
- Bonnie Prince Billy - The Purple Bird
- Greg Freeman - Burnover (para mim, uma boa surpresa)
- Neil Young - Talkin to the Trees
Relativamente ao Nick Cave:
- Hipótese A - concorda que o recente Live God acentua uma ligeira retoma à boa forma (já palpável no Wild God anterior, mas com a roupagem ao vivo a emprestar à música uma maior crueza e urgência)
- Hipótese B - não existe qualquer retoma à boa forma, com o último disco
- Hipótese C - nunca existiu abaixamento de forma..
Sem opinião ou sem vontade de opinião?
Com pouca vontade. Talvez me venha a acontecer o mesmo que com o Dylan...
https://lishbuna.blogspot.com/2024/11/mea-maxima-culpa-publicado-no-n-11-da.html
Muito bom!
Compreendo perfeitamente. Fingers crossed...
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