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10 July 2026

Revisões da matéria dada (LIX) 

"Religion, a mediaeval form of unreason, when combined with modern weaponry becomes a real threat to our freedoms. This religious totalitarianism has caused a deadly mutation in the heart of Islam and we see the tragic consequences in Paris today. I stand with Charlie Hebdo, as we all must, to defend the art of satire, which has always been a force for liberty and against tyranny, dishonesty and stupidity. ‘Respect for religion’ has become a code phrase meaning ‘fear of religion’. Religions, like all other ideas, deserve criticism, satire, and, yes, our fearless disrespect" (Salman Rushdie)

29 June 2026

Bettye LaVette - "Yesterday Is Here"
 
(sequência daqui) "Ela salvou-me", confessou Waits ao "Guardian", em 2009. "Talvez eu também a tenha salvado. Ela é de ascendência católica-irlandesa. Estava destinada a ser freira. Pode dizer-se que a salvei do Senhor. Mas todos sabem que ela é o cérebro por trás do Papá. Eu sou apenas a figura de proa. É ela quem conduz o navio". Dylan uma vez comentou que, aos olhos de Waits, "todas as grandes coisas que surgiram em New Jersey não chegam aos calcanhares de Kathleen Brennan". Tom reforça a ideia: "Ela é como uma operadora de maquinaria pesada e uma clarividente — é raro encontrar essa combinação. Ela é extraordinária — podadora de árvores e ventríloqua, astronauta e detective particular. Estamos sempre à procura dessas duas coisas. Um jornalista e uma beldade de praia. É uma combinação que funciona para nós, porque muitas vezes estou num carrinho de bebé à espera de ser empurrado para o meio do trânsito. É ela que o faz". (segue para aqui)

09 June 2026

A 21 de Julho de 2023, as televisões estavam cheias com padralhada, o Sumo Patífice, "peregrinos", pessoas que "questionam", zombies, bola, surubas e social-fascistas. Como sempre.
 

08 June 2026

Uma belíssima tradição zombie de raiz hispânica
... e rico historial anterior: I, II, III, IV      

05 June 2026

NO JARDIM DO PARAÍSO
Quando, após a Revolução Francesa de 1789, os revolucionários vitoriosos encarregaram o padre católico Henri Grégoire de estudar as línguas regionais, o seu relatório de 1794 tornar-se-ia a pedra angular das políticas que proibiam o uso de qualquer língua além do francês na vida pública, no ensino e nas escolas. Apesar disso, estas línguas continuaram a ser faladas nos bairros operários, nas fábricas, nas docas e nas zonas rurais fora de Paris. É, numa delas, o occitano, que, desde a sua formação em 2014, as Cocanha - isto é, Caroline Dufau e Lila Fraysse - têm vindo a reinventar a música da Gasconha, do Languedoc e dos Pirenéus, a partir do trabalho sobre fragmentos do repertório tradicional. E foi a partir do contacto com os Carmina Burana – essa opulenta colecção de poemas e canções de Goliardos, libérrimos monges devassos medievais – que tropeçaram na primeira referência ao País de Cocanha: uma terra imaginária de liberdade e abundância, "onde se prestava culto ao prazer e ao ócio, e o trabalho e a velhice eram desconhecidos". Algo como um jardim do paraíso pagão no qual, segundo se explica em Cocanha - A História de Um País Imaginário (de Hilário F. Júnior), "os cocanianos passam a vida a comer, beber e fazer sexo. A fundirem-se com a Natureza. Logo, a Cocanha não é uma festa qualquer, é um tipo especial, é a festa por excelência, uma orgia".  (daqui; segue para aqui)

"Diuré Samsir"

21 May 2026

Tentativa falhada de reencenação da Great Fatima Swindle por falta de comparência do terceiro pastorinho

... houve um que se baldou...