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26 June 2026

Rosebud Fair Little Bighorn Victory Dance 

(25 – 26 de Junho, 1876)

 
 

WíyakAŋ Tȟašína – Sioux Warrior Song | Powerful Lakota Battle Chant

25 June 2026

Batalha de Little Bighorn

(25 – 26 de Junho, 1876)

 
 
"The 1876 Battle of the Little Bighorn, commonly referred to as Custer's Last Stand, and known to the Lakota and other Plains Indians as the Battle of the Greasy Grass, was an armed engagement between combined forces of the Lakota Sioux, Northern Cheyenne, and Arapaho tribes and the 7th Cavalry Regiment of the United States Army. It took place on June 25–26, 1876, along the Little Bighorn River in the Crow Indian Reservation in southeastern Montana Territory. The battle, which resulted in the defeat of U.S. forces, was the most significant action of the Great Sioux War of 1876" (daqui)

23 June 2026

Katherine Priddy - "Matches" 
 (ver aqui também)

 
(sequência daqui) Não por muito tempo. Alguns meses depois, Cash e Rubin deram-se conta de que tinham um músico em comum com Waits, o guitarrista Smokey Hormel, que, em missão de pombo-correio, foi para lhe perguntar se ele, por acaso, não teria alguma coisa guardada. Este rebuscou um pouco na memória e, não muito convictamente, sugeriu “Down There By the Train”: "Ei, tem tudo o que o Johnny gosta: comboios e morte, John Wilkes Booth, a cruz…" Depois de a canção lhe ter saido das mãos, Waits referiu que Cash "Fez-lhe algumas alterações, o que era de esperar. Eu faço o mesmo quando toco uma música de outro autor. É mesmo preciso fazê-lo, experimenta-se, e quando está um pouco apertado aqui, não encaixa bem ali, corta-se ou adapta-se. Queres que soe como se fosse tua". (segue para aqui)

17 June 2026

 
(sequência daqui) "Embora tivesse esperado ter tudo resolvido no terceiro álbum e na minha terceira década de vida, acabei por aceitar que talvez uma parte de ser humano seja ser uma obra em constante evolução. Será que esta coleção de canções é suficiente? Se acender uma faísca e lançar um pouco de luz para quem alguma vez sentiu o corpo vacilar, o amor vacilar ou o tempo a escapar-lhe por entre os dedos, então isso é suficiente para mim". E acrescentou: "Não queria que parecesse uma coisa completamente sólida e perfeita. Nunca é mais do que um instantâneo do momento em que nos encontramos". A faixa de abertura, "Matches" - sobre os históricos julgamentos das "bruxas" - é esclarecedora: "Quis transmitir raiva e dar voz aos milhares de mulheres que foram mortas naquela época". Demonstração dessa tese a meio do percurso do texto é assaz elucidativa: "They weren't burning witches, It was women on those fires". e a resposta que, 4 versos abaixo, colhe, ainda muito mais: "And you, you will rise with the moon, and show what scorn can do, don't they know that we have matches too?"

14 June 2026

10 June 2026

Recorde para o "Guinness" de criaturas a cabecear perante lenga-lengas repletas dos chavões patriótico-camonianos do costume e uma ou outra "resiliência"... e nem uma referenciazinha à gloriosa tribo dos gebos do ludopédio que, em breve, partirá para oh quão terríveis refregas!... 

 “Apenas o mastro em que a bandeira é hasteada e o vento. Nenhuma bandeira”

08 June 2026

Cocanha feat. Edredon Sensible - Flame Folclòre - Live
 
(sequência daqui) Flame Folclòre (terceiro álbum das Cocanha, após I Ès ?, 2017, e Puput, 2020) é uma obra inquieta e arrebatadora que transforma tradições ancestrais em algo ferozmente contemporâneo, impulsionado por ritmos hipnóticos, pandeiretas de cordas, percussões corporais e harmonias explosivas. É, pois, na matéria do próprio álbum que se encontra um duplo gesto artístico e político relevante: as representantes actuais da Cocanha original cantam integralmente em occitano (uma língua minoritária com cerca de 600 000 falantes que se estendem pelo Pays d’Oc, no sul de França, e chegam até aos Pirenéus e ao norte de Itália), durante muito tempo marginalizado pelo Estado francês, que o encarava como manifestação exótica, folclórica, e peculiar, mas sem qualquer importância. As Cocanha, porém, em vez de o tratar como folclore de museu, injectam-lhe urgência e vitalidade. A sua música torna-se "um acto de recuperação da língua, da memória coletiva e da tradição, uma força subversiva e libertadora: a alegria colectiva como acto político". (segue para aqui)

06 June 2026

(clicar na imagem para ampliar) 
 
"Starting in 1790 and ending in 1794, Grégoire had been studying the linguistic situation of revolutionary France. Through a survey, he had determined that France was divided into 30 or so languages and that the national language was only well known and used by 3 million or so of the nation’s 25 million inhabitants. These findings, as well as suggestions on policy to deal with it, were laid out in the Report on the necessity and means to annihilate the patois and to universalise the use of the French language. The findings were an utter shock to many in the revolutionary government and many governments to follow. This document would outline the justification for not just France’s policy towards language but towards the idea of multiculturalism as a whole. But what were the ideas Grégoire presents?" (daqui)

05 June 2026

NO JARDIM DO PARAÍSO
Quando, após a Revolução Francesa de 1789, os revolucionários vitoriosos encarregaram o padre católico Henri Grégoire de estudar as línguas regionais, o seu relatório de 1794 tornar-se-ia a pedra angular das políticas que proibiam o uso de qualquer língua além do francês na vida pública, no ensino e nas escolas. Apesar disso, estas línguas continuaram a ser faladas nos bairros operários, nas fábricas, nas docas e nas zonas rurais fora de Paris. É, numa delas, o occitano, que, desde a sua formação em 2014, as Cocanha - isto é, Caroline Dufau e Lila Fraysse - têm vindo a reinventar a música da Gasconha, do Languedoc e dos Pirenéus, a partir do trabalho sobre fragmentos do repertório tradicional. E foi a partir do contacto com os Carmina Burana – essa opulenta colecção de poemas e canções de Goliardos, libérrimos monges devassos medievais – que tropeçaram na primeira referência ao País de Cocanha: uma terra imaginária de liberdade e abundância, "onde se prestava culto ao prazer e ao ócio, e o trabalho e a velhice eram desconhecidos". Algo como um jardim do paraíso pagão no qual, segundo se explica em Cocanha - A História de Um País Imaginário (de Hilário F. Júnior), "os cocanianos passam a vida a comer, beber e fazer sexo. A fundirem-se com a Natureza. Logo, a Cocanha não é uma festa qualquer, é um tipo especial, é a festa por excelência, uma orgia".  (daqui; segue para aqui)

"Diuré Samsir"