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06 April 2013

Tudo indica que a Hipótese Interpretativa (VIII) deixou de ser apenas uma hipótese

("Expresso")

(resta, agora, saber se - embora com alguns anos de atraso, episódios não previstos pelo meio e ajustes vários - esta outra hipótese se verificará também ou não)

04 January 2013

PRIMEIRA ADESÃO À HIPÓTESE INTERPRETATIVA (III): JOSÉ PACHECO PEREIRA, HÁ MINUTOS, NA "QUADRATURA DO CÍRCULO" (à suivre)

07 April 2013

... ou seja, mini-Gaspar, também com falta de condições anímicas, defendia a Hipótese Interpretativa (X), mas a múmia não está para se meter em chatices

("DN")

06 April 2013

Capítulo IX da Hipótese Interpretativa, onde se repõe, na íntegra, o capítulo V para que tudo se reavalie com clareza:

"Se o Tribunal [Constitucional] considerar que aspectos do OE são inconstitucionais, a culpa é em primeiro e último lugar do Governo, que insistiu, contra muitas opiniões qualificadas, em fazer um OE com dúvidas fundadas de ilegalidade. 

Porquê? Porque não sabe fazer de outra maneira e precisa de não ter qualquer 'entrave' para nos taxar? Ou porque, consciente ou inconscientemente, está cada vez mais a caminhar para um abismo que pensa confortável, visto que pode cair apontando o dedo a todos porque queria 'salvar o país da bancarrota' e 'não o deixaram'?" (Pacheco Pereira, "Público" de 05.01.13, edição em papel)

04 January 2013

EM SEGREDO 

"Os tipos do Tribunal Constitucional chumbam aquela traquitana toda, a múmia de Boliqueime fica com o bebé nos braços e podemos dar o salto para a oposição - construtiva, claro - durante dois anos..."

(... e até há convidados especiais a fazer uns "cameos" muito bem esgalhados...)

05 January 2013

A "HIPÓTESE INTERPRETATIVA" (V), PRETO NO BRANCO 

"Se o Tribunal [Constitucional] considerar que aspectos do OE são inconstitucionais, a culpa é em primeiro e último lugar do Governo, que insistiu, contra muitas opiniões qualificadas, em fazer um OE com dúvidas fundadas de ilegalidade. 

Porquê? Porque não sabe fazer de outra maneira e precisa de não ter qualquer 'entrave' para nos taxar? Ou porque, consciente ou inconscientemente, está cada vez mais a caminhar para um abismo que pensa confortável, visto que pode cair apontando o dedo a todos porque queria 'salvar o país da bancarrota' e 'não o deixaram'?" (Pacheco Pereira, "Público" de hoje, edição em papel)