12 November 2015

Começar (se começar)
com dupla asneira

1 - Um gebo, é um gebo, é um gebo; a liberdade de expressão é a liberdade de expressão, é a liberdade de expressão;
2 - Eliminar uma das três ou quatro raras coisas decentes que o ME realizou não augura nada de bom.

7 comments:

Anonymous said...

A pulsão é a mesma.

Pedro Polónio said...

acabar com os exames do 4º ano é bom.
depois é preciso é convencer os professores primários a ensinar as crianças & não despejar-lhes matéria para decorarem.

João Lisboa said...

É bom porquê? Qual o problema de, desde o início, habituar-se a fazer exames sem que isso se torne um bicho de sete cabeças? E porque é que fazer exames há-de implicar "despejar-lhes matéria para decorarem"?

O problema com esses e com todos os exames não é a avaliação dos alunos mas a avaliação dos profs. Coisa que, dos disparates da Rodrigues à abdicação do Crato ninguém pegou pelos cornos.

Anonymous said...

"O problema com esses e com todos os exames não é a avaliação dos alunos mas a avaliação dos profs." O John Lisbon tem soluções de algibeira e milagrosas, ou seja, corre o risco de chegar a ministro da educação do próximo governo da direita. Mau será com certeza, mas suspeito que, embora cheio de milagres, ao menos não o ouviremos falar de Deus.

João Lisboa said...

Caríssimos comentadores:

1) Decidam-se, de uma vez por todas, se sou um tenebroso direitista ou um radicalíssimo esquerdista. Não aguento muito mais esta dilacerante crise de identidade.

2) A solução "de algibeira": http://lishbuna.blogspot.pt/2013/11/custava-te-muito-dizer-preto-no-branco.html . Não custa um cêntimo. Nem direita nem esquerda o fizeram.

3) Como pode ouvir-me falar de algo que não existe?

4) Se prefere a versão inglesa, sugiro o meu primo norte-americano, Jack London.

Pedro Polónio said...

infelizmente alguns professores só prepararam os seus alunos para os exames. & a maior preocupação desses professores é ficar bem na "fotografia" dos ratings nacionais.

João Lisboa said...

Exactamente. Por isso, o que é necessário mudar são esses professores, não os exames.