16 May 2016

Maravilhoso kitsch, maravilhoso







(daqui)
Há muito que o SNS deveria ter gastado uns cobres a tratar
Resumindo: a "culpa católica" faz bem à saúde, o "laicismo anticlerical" é pior que o Daesh e o que a esquerda (que não é esquerda como deusnossenhor manda) quer é badalhoquice e pouca vergonha (diz o suplente do Capelão Magistral que também é de opinião que "a homossexualidade é, no mínimo, uma disfunção e uma desordem psico-afectiva")

"Nearly all peoples have developed their own creation myth, and the Genesis story is just the one that happened to have been adopted by one particular tribe of Middle Eastern herders. It has no more special status than the belief of a particular West African tribe that the world was created from the excrement of ants. All these myths have in common that they depend upon the deliberate intentions of some kind of supernatural being" (Richard Dawkins, The Blind Watchmaker)
Contra os professores Karamba do universo

14 May 2016

Repescando um projecto de há 5 anos do PdC, o Capelão Magistral acaba de lançar o 1º número da "Caras-Bíblia"!

(daqui)

"(...) Com efeito, este santíssimo casal esteve prestes a divorciar-se! José não só ponderou a hipótese de repudiar Maria, ou seja, dela se divorciar, como chegou a tomar essa decisão. A razão dessa ruptura era clara e parecia muito legítima: a sua mulher estava grávida de um filho que não era dele! De três verdades incontestáveis – a de que Maria estava casada, a de que estava grávida e a de que o filho não era do seu marido – qualquer mortal retiraria a conclusão óbvia: a da infidelidade da esposa de José. Não assim seu marido que, sendo justo, não a quis difamar, preferindo repudiá-la secretamente, ou seja, sem divulgar a razão pela qual dela se divorciava. Propósito que só não cumpriu porque, in extremis, foi esclarecido sobre a origem divina do filho de Maria. (,,,)" (para ler tudo, tudo!; entretanto, a concorrência não dorme: a novíssima "VIP-Bíblia" prepara já uma resposta)
Food For Thought (XXXIX)

"(...) As alterações de sociabilidade que já existem nas 'redes sociais' e no uso de telemóveis, relógios e aplicações 'inteligentes', a que se virá somar a 'internet das coisas', com os seus carros que comunicam trajectos, frigoríficos que encomendam comida, e roupa que consulta o médico se quem a usa tiver febre, anunciam um 'mundo novo' muito pouco amável para o valor da privacidade. Com a introdução de devices que actuam sobre o nosso corpo, sobre o sistema nervoso, então aí há um problema sério com enormes repercussões sociais. Todos estes aparelhos são excelentes quando usados por quem percebe certas fronteiras éticas e de civilização. Mas eles são como as drogas e a manipulação química do nosso corpo. Talvez nos façam mais felizes a curto prazo, mas fazem-nos menos humanos. Bem sei que isso hoje não conta para nada, mas, como nas distopias, quando as máquinas nos atacarem, ver-se-á se fomos ou não longe demais" (JPP)
Um intelectual e académico tão sofisticado acaba como gerente do bordel do ludopédio? (é verdade que já havia o antecedente do "boudoir", mas mesmo assim...)