24 September 2026

 THE DOORS OF PERCEPTION (X)

Lisboa, Portugal, 2026

(sequência daqui)

23 September 2026

Revisões da matéria dada (LXI)

Life accordion to Trump (VII)
 

22 September 2026

 

Dylan/Don't Look Back - trailer with D.A. Pennebaker commentary

(sequência daqui) A importância fundadora de Don’t Look Back não termina aí. Articulando procedimentos do cinéma vérité com o acompanhamento quase quotidiano de uma das maiores figuras da cultura pop, foi o primeiro grande documentário pop/rock, antecedendo outros trabalhos de Pennebaker, como Monterey Pop (1968). O filme reúne ainda uma sucessão de momentos memoráveis: as arrasadoras sessões de humilhação de jornalistas, as sequências dos concertos, o achincalhamento de Donovan, então promovido a “novo Bob Dylan”, e momentos privados, como Joan Baez interpretando "Percy’s Song" e "Love Is Just a Four Letter Word" enquanto Dylan escreve concentradamente à máquina. Na versão comentada do DVD de Don’t Look Back, Pennebaker explica os propósitos que o orientaram: “Não queria um simples concert-film. Cada concerto foi filmado com uma única câmara, sem preocupação em obter material para posterior montagem, e por vezes a película chegava ao fim a meio de uma canção". O realizador queria que o público pudesse “ver para lá da música”. Por isso, acompanhou Dylan nos vários momentos do dia que antecediam os concertos, procurando mostrar também “o responsável por ela”. (segue)
Jorge Palma (1950-2026)
 
+ Edit (18:08) - O Estado das Coisas:
(daqui; clicar na imagem para ampliar)

STREET ART, GRAFFITI & ETC (CCCLV)

Paris, França, 2026
 




20 September 2026

Revisões da matéria dada (LX)

 No 3º e último dia das eleições parlamentares na Rússia, reposição do label  

"Pussy Riot" (148 posts)


"O governo do primeiro-ministro avençado da Spinumviva com contrato de prestação de serviços com o Grupo Solverde, operadora de casinos e jogos online, entende que o jogo online legal e regulado não significa adicção" (daqui)

 
... não sei... mas tem assim um ar ... ... fachistolas?...

18 September 2026

OLHAR PARA TRÁS (OUTRA VEZ) 

Durante os dois próximos fins de semana, o Grande Auditório da Fundação Gulbenkian acolherá um ciclo de cinema que, entre o documentário, o musical e o videoclip, ensaia diferentes formas de cruzar música, arte, cultura popular e vanguardas artísticas. Para o abrir, dificilmente haveria melhor exemplo do que Don’t Look Back (que também dá o título ao ciclo), o filme de D. A. Pennebaker sobre a digressão britânica de Bob Dylan, em 1965. Pennebaker, provavelmente sem sequer o suspeitar, faria história logo nos primeiros 2’10”: ao som de "Subterranean Homesick Blues", (ver aqui também) numa rua de edifícios em obras, Dylan exibe e deixa cair, um a um, cartões com palavras e fragmentos manuscritos retirados do texto da canção. Com década e meia de antecedência, a sequência contém já os rudimentos da estética do videoclip, forma autónoma de micronarrativa audiovisual que só se consolidaria em 1981, com a MTV. A canção surgira em 1965 em Bringing It All Back Home, o álbum “escandaloso” no qual Dylan, acompanhado por uma banda eléctrica, abalou a ortodoxia folk. (daqui; segue para aqui)

17 September 2026

          STREET ART, GRAFFITI & ETC (CCCLIV)

Paris, França, 2026
  



 

"Materia 3"

(sequência daqui) Materia não se constroi em torno de clímaxes óbvios ou refrões instantaneamente memoráveis: uma primeira audição pode deixar a impressão de superfícies belas, mas enganosas; audições posteriores revelam quão cuidadosamente estas superfícies foram construídas. A mão de obra em acção era a mesma do álbum Something In The Room She Moves: Elizabeth Goodfellow, bateria, Devra Hoff baixo, Maia na flauta, Chris Speed no saxofone e no clarinete, Tashi Wada nos sintetizadores e Kenny Gilmore na coprodução, engenharia de som e mistura. As diversas peças começam a articular-se, e. ainda que aparentemente fragmentadas, vão revelando gradualmente uma intrincada arquitetura interna. Em última análise, Materia é um olhar curioso para o interior da oficina de uma das compositoras mais aventureiras da música contemporânea. Ao revelar o seu método e tratar as canções como conversas em curso, Holter cria uma obra complementar que se sustenta pelos seus próprios meios. É um disco no qual os fragmentos se transformam em novas formas, a experimentação permanece indissociável da emoção e até os mais pequenos gestos musicais podem conter mundos infinitos.

"The truth of things is not something I particularly like. I go more for a good story than what really happened. That's just the way I am. I'm a big liar"

STREET ART, GRAFFITI & ETC (CCCLIII)

Paris, França, 2026
 

 





13 September 2026

 
 
(sequência daqui) "My Lost One" é um conto popular inspirado em livros infantis com rimas assustadoras e sílabas sem sentido, árvores que crescem nas salas de estar e animais a fazer coisas vestidos", declarou Holter num comunicado de imprensa. "Imagino a vida selvagem a mudar-se para a minha casa. Penso num esquilo a cozinhar uma refeição no meu fogão. O que conspiramos e o que realmente ansiamos?" "My Twin", construída a partir de uma demo inédita, surge como um dos momentos mais profundamente comoventes do disco, ao longo do qual transformações subtis não dispensam uma atenção ao detalhe: ritmos, harmonias e motivos recorrentes revelam gradualmente ligações insuspeitas, conferindo ao que, inicialmente, parece difuso uma arquitectura interna cuidadosamente construída. (segue para aqui)
STREET ART, GRAFFITI & ETC (CCCLII)

Paris, França, 2026 
 

 

12 September 2026

 Democratic Penguins Republic (aliada do Canadian Resistance Army  e da Greenland Defense Front) - "Space Program"

STREET ART, GRAFFITI & ETC (CCCLI)

 Paris, França 2026

11 September 2026

 Democratic Penguins Republic (aliada do Canadian Resistance Army  e da Greenland Defense Front) - "Trade War"


10 September 2026

... e acrescente-se ainda 
herança maligna do eduquês 
(olha aqui, olha aqui...)

09 September 2026

Greenland Defense Front (aliada do Canadian Resistance Army) - "The Hungry Giant"
 
Mesmo perante a inevitável calamidade, algo me diz  que será tão difícil convencer alunos como convencer pais (...e professores!!!...) 
 
A Alicinha Boche neo-facha exercitando o estilo argumentativo "Olha que ela vem aí e engole-te vivo!"

08 September 2026

 
 
(sequência daqui) Holter sempre se interessou pela tensão entre o imediato e o abstracto, e Materia transporta essa tensão para um território especialmente sensível particularmente em "Fantasy", uma faixa cuja aparente espontaneidade esconde um processo criativo particularmente trabalhoso. Holter descreveu a canção como "o empreendimento mais exaustivo de todo o disco — demorou mais de um ano e foi sofrendo várias transformações", explicou ela à "Pitchfork". "É dançável, parece uma espécie de evocação. E, pelo meio do ímpeto de devaneio, há o verso "Blink at the light, and hope to survive", porque os devaneios, num estado fascista, também podem ser assustadores. Eu estava a tentar encontrar o ritmo certo, optimista". Para além destas experiências maiores, as novas composições escritas e gravadas entre as recentes digressões mostram Holter na sua forma mais fluida e instintivamente lúdica. Faixas como "My Lost One" e "My Twin" demonstram o seu talento para se movimentar por entre os labirintos da composição contemporânea. (segue para aqui)
Greenland Defense Front (aliada do Canadian Resistance Army) - "Not For Sale"

07 September 2026

SÓ AS PESSOAS SUPERFICIAIS 
NÃO JULGAM PELAS APARÊNCIAS (XVII) 
  
Kushner Droids