FRANCISCO, NÃO PODIA ESTAR MAIS DE ACORDO, MAS JURAS QUE, QUANDO ESTAVAS "LÁ DENTRO", LHES DISSESTE OUTRAS TANTAS PARECIDAS? (o Relvas, pelos vistos, is willing and able embora ache a coisa "difícil e delicada")
O q eu acho incrível não é o uso do calão, mas o facto de a expressão em causa ser brasileira e não portuguesa. Na terrinha, usa-se "levar" no dito cujo (e não o mais suave "tomar"). Sendo o Francisco um ex-ministro da cultura ... enfim, pensando bem, como as coisas estão, talvez seja indiferente ... ele que fale português do Brasil se lhe apetece! Nuno Gonçalves
"O q eu acho incrível não é o uso do calão, mas o facto de a expressão em causa ser brasileira e não portuguesa"
Não sou particularmente brasileirófilo - nem brasileirófobo - mas não me incomoda nada. Cada um se alimenta do que prefere (desde que não seja por imposição de abortos ortográficos).
"Na terrinha, usa-se "levar" no dito cujo (e não o mais suave "tomar")"
Não tenho nada a ver com a vida íntima das pessoas.
Eu já tinha esta teoria de que a coragem nos blogues está sobrevalorizada, mas ninguém me liga népias.
ReplyDeleteAproveito e levo uma foto de street art das suas e não a vou identificar, que será ephemera a permanência :P
"será ephemera a permanência"
ReplyDeletePorque...
E será que o fiscal depois de "tomar no cú" , passa factura?
ReplyDeleteEstarão os serviços preparados ?
Quem passa factura nestes casos?
...porque vai para o rodapé itinerante :)
ReplyDelete"Estarão os serviços preparados ?
ReplyDeleteQuem passa factura nestes casos?"
Só problemas, só problemas...
"rodapé itinerante"
Orraite.
O q eu acho incrível não é o uso do calão, mas o facto de a expressão em causa ser brasileira e não portuguesa. Na terrinha, usa-se "levar" no dito cujo (e não o mais suave "tomar"). Sendo o Francisco um ex-ministro da cultura ... enfim, pensando bem, como as coisas estão, talvez seja indiferente ... ele que fale português do Brasil se lhe apetece!
ReplyDeleteNuno Gonçalves
Uma coisa é o Francisco José Viegas outra é o Francisco, tal como uma coisa é o Pedro Passos Coelho e outra o Pedro.
ReplyDeleteNo norte não se diz "tomar" nem "levar" mas "apanhar", um acto que primeiro se estranha e depois se entranha.
D. Modina
"O q eu acho incrível não é o uso do calão, mas o facto de a expressão em causa ser brasileira e não portuguesa"
ReplyDeleteNão sou particularmente brasileirófilo - nem brasileirófobo - mas não me incomoda nada. Cada um se alimenta do que prefere (desde que não seja por imposição de abortos ortográficos).
"Na terrinha, usa-se "levar" no dito cujo (e não o mais suave "tomar")"
Não tenho nada a ver com a vida íntima das pessoas.
"Uma coisa é o Francisco José Viegas outra é o Francisco"
ReplyDelete(caso seja por isso) tratei-o por Francisco porque o conheço.
"um acto que primeiro se estranha e depois se entranha"
Não é ao contrário?