31 January 2014

Heróis do Mar - "Pássaro Vermelho"



Vi um céu cor de laranja
A cidade toda a arder
Vi sinais de proibido
E não estava a perceber
Quando um pássaro vermelho
A voar falou comigo
Tinha dado a volta ao mundo
E avisou-me deste perigo

Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão

Na esquina de cada rua
De Lisboa há um mendigo
Não se pode fazer isto
Nem pensar fazer aquilo
Talvez eu seja estrangeiro
Talvez eu seja mau filho
Mas hei-de ser o primeiro
A pegar fogo ao rastilho

Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão
Pela boquinha santa do Manel Linda (nem pensando muito se conseguia inventar melhor), eis o relato das negociações entre Vaticano S.A. e família Dauerling, duas instituições de perniciosa inutilidade pública sobejamente conhecida

De agora em diante, a unidade SI de trabalho deixará de ser o joule e passará a ser o puto
 
Por muito idiota que a ideia de "desbaptizar" seja (e é, até porque atribui importância a algo de tão imensa insignificância), seria preciso um gigantesco esforço intelectual para conseguir parir comentário sobre o assunto mais indigentemente analfabeto do que este
Exilado algures no estrangeiro, Nuno Crato faz apelo aos bravos "partisans" das FUL (Forças Universitárias Livres) para que não baixem os braços na sua heróica luta contra os esbirros opressores


30 January 2014

Em abono da verdade

The Almanac Singers, 1941: Woody Guthrie, Lee Hays, Millard Lampell, Pete Seeger

"Meanwhile, Lee Hays, Pete Seeger and Millard Lampell had formed a group in New York, The Almanac Singers. The Almanacs wrote topical songs and performed for the unions and political groups. They also recorded Songs Of John Doe, a set of songs strongly opposing the involvement of the United States in the war in Europe. On June 22, 1941, Hitler broke a standing peace pact by attacking the Soviet Union. The pro-Soviet Almanacs immediately began to compose and perform passionately worded pro-war and anti-fascist songs" (Jeff Place, "The Music Of Woody Guthrie" in Woody At 100)
(O 4º ANO A SEGUIR AO) ANO DO TIGRE (CVI)



Concordar com o Cadilhe não é coisa que fique bem a ninguém mas não é fácil contrariá-lo quando afirma que "ficar-se pelos preliminares é, de facto, muito pouco" (por mui excelentes que os preliminares sejam)
François Cavanna (1923 - 2014)
 




E, agora... street art!
 

(eu digo e o LMJ assegura: "a melhor equipa de marketing da actualidade"... e a Templeton deve estar a bombar a todo o vapor)
E da liberdade dos menos jovens faz parte o direito a licenciaturas tiradas num ano por equivalências (e esse direito é dos raros que não podem ser referendados)

Quase parecem de carne e osso, 
lhes falta falar, não é?

29 January 2014

REGICIDAS


Gastem algum tempo útil no YouTube e procurem as “Ralph’s Balcony Sessions”. No total, são vinte videoclips mas, se preferirem apanhar logo a ideia geral, podem começar pelo último: a canção é "Choices" e Ralph (na única vez fora da varanda/"balcony" do seu 15º andar em Londres), uma espécie de jovem Richard Thompson, passeia-se num jardim dedilhando a guitarra acústica e cantando as primeiras estrofes. Pouco a pouco, vários outros vão-se-lhe juntando – um quarteto de cordas e outro de sopros, teclado, guitarras, bateria, gente dos To Kill A King, Bastille, We Were Evergreen, Youth Imperal, Title Sequence, Professor Penguin, Emily Wood, no final, à volta de duas dezenas – e contribuindo para as sucessivas alterações de mood e o formidável crescendo final de uma elegia que começa por “I never took away your crutch, just became it day by day, blood filling up our boots, this is how the summer ends”. São todos eles, se quiserem, a segunda vaga daquele sobressalto londrino que, entre diversos outros em pausa ou ainda na sombra, nos ofereceu a preciosa Laura Marling, projectou os Mumford & Sons para o primeiro plano norte-americano e, por instantes, logo rápida e desgraçadamente desperdiçados, nos fez escutar The First Days Of Spring (2009), dos Noah & The Whale. 



Mas o que, agora, importa são os To Kill A King, de Ralph Pelleymounter, e Cannibals With Cutlery, álbum de estreia, publicado em Fevereiro do ano passado e reeditado com quatro faixas adicionais em Outubro – mais outro caso de pepita que não foi registada pelos radares na devida altura. Coisa particularmente indesculpável uma vez que a presença da banda na Net não é, de todo, preguiçosa (para além das “Balcony Sessions” – em que, um a um, os convidados que se reúnem em "Choices" vão desfilando pela varanda, interpretando temas dos TKAK –, uma apreciável colecção de outros óptimos vídeos e um site bem activo) mas, sobretudo, porque tão magnífica música não merece passar despercebida. Pensem no que poderiam ser uns National britânicos (imaginam-nos a cantar “I must make more friends, they'll be hanging at my funeral, just to make my parents proud”?) com as mesmas e simultâneas complexidade e urgência. Recordem, aqui e ali, a riqueza orquestral de The First Days Of Spring e a destreza de escrita dos primeiros Aztec Camera. O país que viu nascer Manuel Buíça não está autorizado a ignorar To Kill A King.
Há países onde a literatura ainda é levada muito a sério
Propõe-se imediato referendo sobre o direito à vida de deputados do PSD de nome "Hugo" e apelido "Soares" 

28 January 2014


E eis, enfim, o post anti-social-fascista colocado na gamela do(s) "anónimo(s)" visitante(s)

Depois, não digam que não foram avisados... (parte II)

Se há coisa capaz de transformar uma tarde cinzenta de 3ª feira em algo muito melhor é descobrir um blog intitulado "Samurais de Cristo" que explica como a Inquisição não foi nada disso que por aí se diz ("tentava corrigir os hereges", se existia o Index de livros proibidos, é porque se tratava de "livros que faziam mal ao espírito, tal como os livros eróticos" e "só se podia aplicar a tortura a quem fosse declarado fisicamente apto para tal pelos médicos") e que, em Portugal, surgiu "no tempo em que a Europa está sobre forte ameaça do Islão". Adivinho muitos outros saborosos nacos de prosa dos quais, iluminado pelo pensamento do Kaizer Albino, procurarei dar notícia. 

Pete Seeger (1919 - 2014)

Lagarde, Lagarde... como é que dizia o Francisco José Viegas?
Se, sem "true love tester" a manobra já tende a não ser fácil, a partir de agora, estão criadas todas as condições para que, numa versão verdadeiramente útil das Novas Oportunidades, mil centros de formação nas diversas valências implicadas (novas tecnologias, cardiologia, casanovologia) possam surgir

27 January 2014

É isto que afasta as pessoas da política: primeiro, julgam ter descoberto o autarca exemplar que conhece todos os seus munícipes, um por um; depois, apercebem-se que era só mais um trafulha como os outros... não há democracia que resista!
ALERTA!!! SANGUE CONTAMINADO EM CIRCULAÇÃO!!!
Erguendo-se bravamente contra o "preconceito e a discriminação", o Supremo Sábio sai em defesa de "um dos grupos mais desprezados e injustiçados de hoje, os financeiros"! Já era tempo que alguém lançasse um olhar de compaixão cristã sobre aqueles que, no fundo, mais sofrem no mundo contemporâneo e denunciasse a velhacaria comuna de todos os Scorsese que infestam Hollywood!!!


Há que não dar tréguas à propaganda bolchevista e ateia que calunia e enlameia a reputação dos beneméritos de Wall Street! Por um novo Código Hays! Joseph McCarthy está vivo nos nossos corações!!!

Se a agência de comunicação da Vaticano S.A. é de grande competência, já o departamento de efeitos especiais só pode estar entregue a amadores
The Title Sequence - "Dinosaurs"
 

26 January 2014

Sim, muito melhor que qualquer bola de ouro
 

"A ciência nunca estará longe da vida real da mesma forma que um prédio não está longe dos tijolos" (daqui via MnP)
Mas claro que sim, qual é a dúvida? Não é ano de eleições?
"Debater"?!!!... não te ocorre mesmo nada melhor?
Não perca, brevemente
a reposição da aclamada série
 "Tó vs Tó"

("JN")
É a chamada "joint venture"

25 January 2014

Realmente, o infecto fedor da latrina é consequência de os dejectos já estarem em decomposição há muito tempo
 
To Kill A King - "Funeral" 
(Ralph's Singalong Sessions)



Behind the scenes:



Just a box of bones
Lowered and marked with a stone
In the north at the mountains feet
In the north to find some peace
Sing and dance like we were young
Scream all the joy in your lungs
Half with a heavy heart
But not with shocked feet

Oh passion, and oh passion

I must make more friends
They'll be hanging at my funeral
Just to make my parents proud
Just to make my parents smile

Skin under crippled skies
Tell the stories of most of our lives
We go alone but the past holds us here
We go alone but the past holds us here
Let's sing and dance and talk
Of all the dumb things I was before
Halfwith a heavy heart
Half to relieve my fault

Coming around, when you coming around?
Coming around, coming around

I must make more friends...
Este seixo intelectual que, se não foi também Dux ou Papisa deve ter andado lá perto, acha que "a sociedade [deve estar] preparada para não segregar e para aceitar as diferenças" - é, de certeza, por isso que lhe aplica a 3ª lei de Newton para a obrigar a reagir
Pois é, Nuno Crato: Dux, Papisa, Cabido de Cardeais (embora me agrade particularmente que uma seita de lorpas use "terminologia inspirada na da Igreja Católica") eram todos desmaterializados, num instante e para sempre. (+ VPV - "Praxes: igual à máfia?")
THE LEGENDARY TIGER MAN (II)





23 January 2014

("Sol")

Georges Brassens - "Le cocu"
É aborrecido mas a vossa dispendiosa inutilidade faz parte do problema
FOOD FOR THOUGHT (XIII)

1, 2, 3 e 4
Jarretas judeus dão conselhos idiotas a Miley Cyrus (e treslêem Dylan, Cohen e Paul Simon) - os da Camille Paglia são melhores

Pela autorizadíssima voz deste notório Dauerling confirma-se a existência e importância da "esquerda" que tem sonhos húmidos com fardas

22 January 2014

LITERATURA 


Em 2013, Morrissey ia morrendo várias vezes. Infecções diversas, suspeita de problemas oncológicos, uma pneumonia dupla, anemias, imunidade a pique, acidentes de automóvel e a consequente anulação de dezenas de concertos preencheram quase por inteiro aquilo para que foi justamente criada a expressão annus horribilis. Mas a sua morte mais recorrentemente anunciada foi a propriamente artística: o último álbum Years Of Refusal, data de Fevereiro de 2009 – e, como os dois ou três imediatamente anteriores, era uma montanha russa de pérolas e cascalho –, do que foi, avulsamente, revelando apenas "People Are The Same Everywhere" merece integrar o cânone (misantrópica petulância obrigatória: “Set me aside, you'll find people are the same everywhere, hoist me from the herd and people are the same everywhere”) e duas ou três provocações politicamente incorrectas também não ajudaram muito. Se algo poderia ser salvo, foi a Autobiography, publicada na Penguin Classics, que o conseguiu fazer e que, segundo ele, se transformou num “sucesso maior do que qualquer álbum que tenha editado”. Daí a anunciar que um primeiro romance está no prelo, foi só um pequeno passo.


Devemos entrar em alerta vermelho e recordar que o sublime "songwriter" Leonard Cohen é um romancista medíocre? Disparamos os alarmes e não evitamos pensar no óptimo Nick Cave (também excelente guionista para o cinema) e no falhadíssimo And The Ass Saw The Angel? Por Morrissey, nunca se deve pôr as mãos no fogo, mas, no caso, é preferível evocar as Chronicles, de Bob Dylan. Tal como acontecia na totalidade deste, o primeiro terço da autobiografia de Morrissey é da mais excelente literatura (repito: literatura) recentemente escrita em inglês: as memórias da dickensiana Manchester da infância e juventude, os horrores da escola pública britânica e a sufocante teia familiar, tudo desfila em registo cronologicamente desordenado de quase-Tristram Shandy em que a história individual se confunde com a da música, da literatura, da televisão e do cinema e o retrato-mosaico de uma esquálida Albion é uma vertigem impossível de apagar. Se o resto, dedicado a expelir fel sobre o universo e meia dúzia de ódios de estimação, não lhe está à altura, isso é até capaz de ser um bom sinal: o que Morrissey gosta é de escrever, escrever, escrever, e para os ajustes de contas reserva a pena menor que lhe basta embeber em veneno. 
Youth Imperial - "Lamplight"

PÁRA-RAIOS NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU...
 

(capítulos anteriores)
Diz que é uma espécie de heteronímia
Ora aqui está uma coisinha que o ministro da educação podia fazer num minuto: proibição imediata do ritual troglodita das praxes. Ficava-lhe bem no CV. Custa zero euros.
Isto está minado de comunas 
por todo o lado

"É evidente que a gestão neoliberal do Governo está a destruir o Estado Social. O Estado Social, uma conquista do ocidente, é uma convergência do socialismo democrático, da doutrina social da Igreja e até do manifesto comunista de Karl Marx. (As palavras têm uma força tremenda. Às vezes falo do poder da palavra contra a palavra do poder.) Na Constituição portuguesa o Estado Social é uma principiologia. Não é uma regra imediatamente imperativa. O que diz é: na medida da possibilidade. É estranho que se transforme uma principiologia numa rejeição.  

Não se devem rejeitar princípios, em especial princípios que levaram séculos a ser desenvolvidos e a ser incorporados na cultura da população. Nesse aspecto, tenho uma certa apreensão e falta de confiança no entendimento da real situação portuguesa. E não posso considerar que o Orçamento seja o elemento fundamental. Os que estão já numa situação de pobreza, juntos, têm força suficiente para dar um murro na mesa [e exigir] que os princípios da UE seja respeitados" (daqui, capturado aqui)
  




We Were Evergreen - "Penguins & Moonboots"

21 January 2014

Da esquerda (sort of) à direita, a superior qualidade da democracia francesa (e de 
é indiscutível





"Por que usam a palavra 'austeridade'? Porque há nela uma certa ressonância de coisa justa, de atitude respeitável. Alexandre Herculano foi austero. Sóbrio, frugal, um tanto seco na expressão, honesto, incorruptível — isso mesmo. A austeridade é um estádio a que se chega num percurso moral muito esforçado. É um modo de vida, uma atitude pela qual alguém opta, numa escolha inteiramente pessoal, quando recusa render-se ao luxuoso e ao supérfluo. Classificar alguém de 'austero' significa que lhe atribuímos qualidades pouco usuais no cidadão vulgar. Ouvimos a palavra e logo o nosso dicionário subconsciente nos assinala que é para respeitar, acatar e temer. Se há uma 'austeridade' que castiga é porque andámos na dissipação. Pressupõe-se que nós baixemos a cabeça sob o pecado que a palavra implica. 

Na verdade, não há 'austeridade' aqui. Há alguém empurrado para a miséria. É um processo involuntário, imposto por uma força superior, neste sentido de que não pode desobedecer-se. E imposto, no sentido, também, da inocência. Estamos a pagar o quê, porquê? Em que momento é que prevaricámos? Foi a comprar mais um televisor, foi a escolhermos uma sala com lareira? Nós aprendemos, no devido tempo, que não podemos alegar ignorância da lei se a violámos, mas havia uma lei contra o conforto? Havia alguma lei que proibisse os filhos de viverem como tinham vivido os patrões dos seus pais? 

Devo dizer aqui que o consumismo me desperta uma viva repugnância, que admiro e sigo, porque quero, a vida 'austera'. Mas, porque eu ando de transportes públicos, entenderei que a compra de um automóvel deve entregar o cidadão ao agiota? Estou a falar de pequeninas coisas, de minúsculas coisas que não chegam para lançar uma pessoa no inferno. O grande gasto, o gasto vil, onde se oculta? Não, não nos pedem a 'austeridade'. Eles exigem a pobreza e as suas consequências. Não, não fizemos mal. O que fizemos foi por fraqueza de desprevenidos ante a perversidade dos banqueiros. Não nos aliciavam com empréstimos? A bruxa má não estava a oferecer maçãs? Ficaremos agora deitados no caixão, narcolépticos, à espera de algum príncipe? (...) 

Estamos num tempo novo, rodeados por luz e escuridão para as quais não temos nem mapa nem farol. Temos modelos tão inspiradores como remotos. Certo é que a palavra é a obra do humano e a palavra não cessa de existir. Com palavras se fazem os fascismos, e Magnas Cartas e as Constituições. Cultivá-las, estudá-las, não nos salva talvez. Mas dignifica-nos. E se podemos aprender algo com o passado, antes de o perdermos completamente de vista, é que a dignidade se conquista e que a indignação a isso ajuda" (Hélia Correia)
Se eu fosse o Zedú já tinha demitido o Machete que anda a desleixar-se de calar a boca a quem devia
O MARAVILHOSO MUNDO DA BLOGOCOISA (XV)

1) Saudações aos leitores do "PdC" do Norte que a ele chegaram através da query "probas de contacto";

2) Informamos os leitores do "PdC" que a ele chegaram através da query "yulia timoshenko bikini" que, lamentamos, mas não temos o artigo em causa. Se descobrirem, avisem. Em alternativa, uma sugestão:

To Kill A King - "Fictional State"


(thanks but no thanks)
É capaz de ser qualquer coisa nos rins e o Santo Chiquinho até gosta de doentinhos e pessoas assim

20 January 2014


Gangsta C Carrapatoso, por amor de Murda Queen Mendonça-Furtado, desfigura Mad Dog Pacheco de Noronha e, desafiando os Burberry War Lords da Quinta da Marinha Norte, urra: "Por Portugal e S. Jorge! Kiss my smooth La Prairie ass!!!!"

Gangsta C Carrapatoso
"O momento em que se impõe lançar luz sobre a génese do acontecimento" é um mês e cinco dias depois - o que, tecnicamente, se designa por "velocidade inversa de licenciatura-Relvas"
Andasse ainda por aí o Relvas e este tipo (coitado...) já tinha substituto (não é para ser mauzinho mas comigo não resultou, pá)
Na radiosa marcha da plataforma do polo unitário para a frente federadora, a caminho da liga pré-coligação, um primeiro e glorioso passo acaba de ser dado: a amputação de uma das pernas!

Como seria sempre evidente, a grande "indignação ética" era o teatrinho do costume
A loja Mozart, essa inesgotável produtora de conteúdos para a história da latrina

... e ainda... ... o Meia Leca (uma breve biografia)!!!
Mas porque é que o Pai do Céu, que é o único que nunca se engana, não deu uma mãozinha a essa malta, Mestre?